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Relação entre arquitetura de interiores e saúde

Pensando que a maior parte da nossa vida passamos dentro de ambientes construídos, sejam eles nossas casas, locais de trabalho ou espaços para outras atividades, é fácil entender a relação entre arquitetura de interiores e saúde. Em um mundo marcado pelas mudanças climáticas, sanitárias e ambientais, o desejo de viver em um ambiente controlado, pacífico e protegido é compartilhado pela maioria das famílias que estão querendo um novo lar.

Neste cenário, arquitetos e designers enfrentam o desafio de criar interiores confortáveis, produtivos e saudáveis, considerando fatores como iluminação natural, qualidade do ar e características biofílicas desde os momentos iniciais dos projetos. Esse processo envolve escolha de materiais adequados e coerentes, evitando componentes prejudiciais à saúde física, mental e social, ou inserindo produtos atóxicos que promovem o bem-estar e acalmam.

ESTRATÉGIAS PARA ESPAÇOS SAUDÁVEIS

Uma arquitetura de interiores saudável, segura e sensível passa pela implementação de estratégias de design para garantir a ventilação natural adequada, a exposição à luz natural e a presença de plantas e outros conceitos biofílicos, promovendo a minimização de contaminantes internos e contribuindo para a saúde física, mental e ambiental. A escolha de materiais mais eficientes, modernos, não tóxicos e sustentáveis em todo o processo construtivo, também contribui para a promoção da saúde na arquitetura de interiores. Essa escolha deve estar presente em todo o processo, da construção ao isolamento.

MATERIAIS QUE AJUDAM A PROMOVER A SAÚDE

MADEIRA
Estudos da The University of British Columbia sugerem que a presença visual de elementos de madeira pode diminuir o estresse de maneira mais eficaz do que as plantas, enquanto salas com cerca de 45% das superfícies de madeira aumentam as percepções de conforto, menor pressão arterial e melhoram o desempenho cognitivo. É essencial, no entanto, adquirir o material de florestas gerenciadas de maneira sustentável ou usar madeira recuperada para garantir a saúde ambiental.

PISOS
É recomendável usar pisos de madeira ou azulejos com baixos níveis de compostos orgânicos voláteis (VOCs), como cerâmica, porcelana e azulejos de vidro, que são fáceis de limpar. Para quem não abre mão dos tapetes, as opções mais saudável são as de lã ou feltro feitos de fibras naturais e renováveis.

TINTAS
A tecnologia das tintas evoluiu e, juntamente com novos regulamentos ambientais, levou ao desenvolvimento de produtos mais saudáveis ​​e sustentáveis, comoo as tintas zero-VoC e baixo VOC. Mas, para promover ainda mais a saúde humana e ambiental, as tintas naturais à base de água quase sempre serão uma opção mais segura.

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